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Você também se preocupa em ajudar seu filho, a lidar melhor com as emoções?

Comunicar o que quer, o que pensa e o que sente, ajuda imensamente no autoconhecimento e na autoestima dos pequenos!

Esses 05 pontos abaixo, me ajudam diariamente, nesse treino:

  1. NOMEAR O SENTIMENTO: Ajude-o a dar nome àquilo que ele está passando… “Será que você esta triste?” ou “Percebi que você ficou chateado comigo, é isso mesmo?”
  2. MOTIVE O USO DAS PALAVRAS: Naqueles momentos de raiva, em que braços e pernas estão à todo vapor, reforçe: “Filho, assim não consigo te ajudar, porque você não tenta me DIZER, o que está sentindo?”
  3. INVESTIGUE A POSSÍVEL CAUSA: inicie pelo cansaço, fome ou sono, que são as principais causas de alteração de humor e confirme: “Percebi que já tem um tempinho que não comemos… será que é por isso que você esta assim, tão irritado?” ou “Percebi que você está bem cansado hoje, será que foi o jogo de bola depois da aula, que te deixou assim?”
  4. ACEITE E VERBALIZE A EMOÇÃO DELE: “Puxa filho, eu também ficaria TRISTE se isso tivesse acontecido comigo…” ou “Nossa! Que chato isso, entendo as sua raiva…”
  5. AJUDE NA BUSCA PELA SOLUÇÃO: “E o que podemos fazer agora, para melhorar o que você esta sentindo? Que tal irmos brincar um pouco de ….” ou “Te ajudaria dar murros nessa almofada?”

Outro dia, meu filho de 09 anos extravasou bastante numa almofada. Segurei a tal almofada como se fosse um pano de tourada e ele deu chutes e socos com muito vigor! Gente, isso foi aliviador para ele!!! Além de trazer para o entendimento, que tudo bem ficar com raiva, mas que não precisamos descontar em ninguém.

A raiva é uma energia de ação, e para algumas pessoas, requer um movimento como: dar socos, pular, gritar, etc. Tudo isso, pode sim ser feito, desde que em local seguro (eu mesmo, corro para meu quarto!) e de preferência sozinho, para que não sobre pra ninguém. Dar um tempo a sós, pode ser a melhor coisa a ser feita naquele momento de muita raiva. Essa é uma atitude sábia e mostra o autocontrole que principalmente nós adultos, precisamos ter, para sermos exemplos aos nossos pequenos!

Apenas após esse momento de fúria passar, que é conveniente voltar a conversar com outras pessoas, e aí sim, buscar uma solução ou satisfação por aquilo que você não gostou que aconteceu com você.

Experimente, acolha e lembre-se sempre: quando acontece algo “ruim” comigo, o que eu gostaria que a pessoa do meu lado me dissesse ou fizesse? Vamos juntos?

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Melissa Frota Guimarães

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