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É natural e esperado que as crianças sintam medo, e adultos também, não é mesmo?

Quando isso acontecer, esteja atento à alguns pontos:

1. Não ria ou faça gracinhas da queixa, isso pode diminuir a confiança dela;

2. Construa com ela, uma história engraçada sobre o “monstro”, como incluir laços vermelhos ou saia rodada (elas se divertem!!!);

3. Não force a barra… quando a criança não desejar se aproximar de algum animal, por exemplo, respeite e ajude-a a enfrentar o medo de forma gradativa;

4. Compartilhe um medo seu, e o que fez para superar. Isso ajudará e a encorajará a resolver esse medo;

5. Acolha, fale que você entende e que está ali, para o que ela precisar!

E quais os medos do seu filho (a) atualmente?

Ah porque os medos mudam dependendo da faixa etária, não é mesmo?

Apesar de variar muito, segue abaixo os medos mais comuns entre as crianças:

Antes de 1 ano: Ruídos fortes, pessoas estranhas, altura;

1 – 2 anos: Ficar longe dos pais, cair, animais (quando não têm costume), pessoas fantasiadas, como Papai Noel.

3 – 4 anos: dormir sozinho, medo do escuro, monstros.

5 – 6 anos: divórcio dos pais, medo de se perderem.

7 – 8 anos: perda/morte dos pais, rejeição social.

9 – 10 anos: situações novas, ir mal na escola.

11- 12 anos: ladrões, rejeição de um grupo da escola ou de outro ambiente social.

A maioria dos medos são típicos de determinada idade e normalmente são transitórios, por isso, caso seu filho tenha algum medo persistente significativo e que esteja causando sofrimento para ele ou perturbando sua dinâmica familiar, procure ajuda, ok?

Vamos juntos?

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Melissa Frota Guimarães

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